A exame de fevereiro de 2008 trazia uma reportagem sobre onde investir naquele determinado ano, e adivinha uma das principais dicas: COMPRAR PARA ALUGAR É UM BOM NEGOCIO!, investimento imobiliário. Naquela época não existia, pelo menos por aqui, prenuncio de crise financeira imobiliaria internacional, data para revisão da lei do inquilinato, ou algo parecido, na verdade naquele momento as bolsas eram a grande sacada, momento de descoberta do pré-sal.
Esse mês (maio de 2010) a Você S/A trouxe novamente uma reportagem sobre a prosperidade do setor. Gustavo Cerbasi, um dos maiores consultores financeiros do Brasil trás em sua coluna mensal o artigo A VELHA RECEITA PARA ENRIQUECER, nele ele fala sobre a simplicidade e rentabilidade do investimento imobiliário, e a tradição que é ainda uma das grandes aliadas.
Veja a Visão de Gustavo Cerbasi:
A lógica do investimento imobiliário é muito simples. Enquanto um bairro ou uma cidade esta se desenvolvendo , seus imóveis estão se valorizando, o mesmo se aplica a uma economia com renda em expansão: quanto maior a renda da família, mas disposta ela esta em melhorar seu padrão de vida, com a compra de um novo lar. Como o desenvolvimento econômico e o aumento da renda são evidentes no Brasil, igualmente evidente é o potencial de valorização de seus imóveis.
E ainda na mesma edição em um espacial dinheiro patrimônio, adivinha qual foi a dica INVESTIR EM IMOVEL É GANHO CERTO.
Lembro-me muito bem, que em 2008 muitos clientes achavam um absurdo os valores de imóveis na região de São Luís do MA, principalmente em bairros de classe B/A. Naquela época um apartamento de 92m², no bairro do Renascença (um dos mais nobres da região) poderiam chegar a valores de R$250.000,00, quem comprou naquela época se quiser vende-los hoje terá um valor de R$ 368.000,00. Uma valorização de 32% em um bairro que parecia, na época esta saturado.
Os valores do m² da capital de São Luís, em seus bairros mais nobres, não passam hoje de uma media de R$ 4.600/m². Indo para estados visinhos como Belém, Fortaleza, a media para seus bairros mais nobres passa para R$ 5.800/m². Então prezado leitor, com certeza o investimento imobiliário nesta região é uma das mais promissoras formas de potencializar seu investimento.
São Luís passa hoje por um crescimento nunca antes visto, que mudará a rotina e visão desta cidade, assim como todo o nordeste. Ainda hoje, não há uma real divisão de faixas de rendas, de bairros, alias ainda hoje nesta cidade não existe distribuição de renda, produtos de qualidade para a classe C e B-, por não existir ainda relevância dessa classe. Porém essa realidade mudará em breve, e essa é a hora de aproveitar da melhor forma esse momento de transformação. Mas tenha bastante cautela na hora de procurar seu investimento. Ah sempre aquelas laranjas podres. Grandes oportunidades se conseguem com o diagnostico de cada situação e de cada tipo de investidor. Procure respaldar-se junto a um consultor de imóveis ele é a melhor pessoa para lhe ajudar em sua busca.
Deixo neste blog meus registros pessoais sobre o mercado em que atuo, assim como noticias das quais entendo serem relevantes, ou positiva ou negativamente para o setor, na tentativa de torna-lo simples e acessivel.
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
fuja dos amigos nos encontros de trabalho (copiado do Você S/A)
A química do networking
Para aumentar sua rede de contatos, fuja dos amigos nos encontros profissionais
Fabiana Corrêa (undefined) 10/02/2007
Um estudo feito por professores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sobre os encontros promovidos para que as pessoas aumentem sua rede de contatos, deu algumas dicas de como fazer sucesso nessas reuniões. Segundo os professores Paul Ingram e Michael Morris, há algumas maneiras de ser bem-sucedido nesses eventos. Encontros de associações de classe, seminários patrocinados por grandes empresas, encontros de ex-alunos, não importa, levar pessoas conhecidas nessas ocasiões reduz as chances de fazer bons contatos. Aproximar-se de pessoas já conhecidas também tem o mesmo efeito. Nos dois casos, o motivo é o mesmo. Quando há a possibilidade de se ligar a alguém já conhecido, é comum fazer menos esforço e optar pelo que é mais confortável. Outra coisa: um fenômeno conhecido como homofilia, a tendência de nos agruparmos com os semelhantes - em termos de sexo, raça, educação, origem e carreira sugere que, naturalmente, os participantes dessas reuniões não irão se misturar tanto quanto poderiam.
Os dois professores agendaram um encontro para os alunos de quatro turmas de MBA. Em uma sexta-feira, depois do trabalho, cerca de 100 pessoas, entre gerentes, empresários, consultores e banqueiros - estavam em uma recepção regada a canapés, vinho e cerveja. Para ter uma idéia precisa de quantas pessoas cada um dos convidados se relacionou, eles deram uma espécie de chip a cada um para "rastrear" os encontros. Eles marcaram também o número de convidados que cada um já conhecia. Em média, os executivos já tinham alguma aproximação com um terço dos outros colegas. Os outros dois terços eram desconhecidos. E 95% deles afirmou estar lá para conhecer gente nova. Segundo os professores, a maioria das pessoas estava fortemente disposta a fazer novas conexões que auxiliassem suas carreiras.
No final do evento, a média de encontros que cada um teve foi de 14 pessoas mas, não tão bom assim, os já conhecidos representaram metade desse total. Uma das explicação é que é realmente desafiador conversar com gente desconhecida. Se você fica próximo aos amigos, já sabe do que pode falar, conhece as piadas, sente-se mais confortável. Não é que os profissionais não façam novos contatos, apenas que fazem menos do que poderiam. O experimento mostrou também que, no início da noite, as pessoas se aproximaram dos iguais - em algum aspecto - e, mais para o final, quebraram algumas barreiras e procuraram pessoas diferentes de si mesmos.
(Estudo publicado na ideas@work, da Universidade de Columbia)
Para aumentar sua rede de contatos, fuja dos amigos nos encontros profissionais
Fabiana Corrêa (undefined) 10/02/2007
Um estudo feito por professores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sobre os encontros promovidos para que as pessoas aumentem sua rede de contatos, deu algumas dicas de como fazer sucesso nessas reuniões. Segundo os professores Paul Ingram e Michael Morris, há algumas maneiras de ser bem-sucedido nesses eventos. Encontros de associações de classe, seminários patrocinados por grandes empresas, encontros de ex-alunos, não importa, levar pessoas conhecidas nessas ocasiões reduz as chances de fazer bons contatos. Aproximar-se de pessoas já conhecidas também tem o mesmo efeito. Nos dois casos, o motivo é o mesmo. Quando há a possibilidade de se ligar a alguém já conhecido, é comum fazer menos esforço e optar pelo que é mais confortável. Outra coisa: um fenômeno conhecido como homofilia, a tendência de nos agruparmos com os semelhantes - em termos de sexo, raça, educação, origem e carreira sugere que, naturalmente, os participantes dessas reuniões não irão se misturar tanto quanto poderiam.
Os dois professores agendaram um encontro para os alunos de quatro turmas de MBA. Em uma sexta-feira, depois do trabalho, cerca de 100 pessoas, entre gerentes, empresários, consultores e banqueiros - estavam em uma recepção regada a canapés, vinho e cerveja. Para ter uma idéia precisa de quantas pessoas cada um dos convidados se relacionou, eles deram uma espécie de chip a cada um para "rastrear" os encontros. Eles marcaram também o número de convidados que cada um já conhecia. Em média, os executivos já tinham alguma aproximação com um terço dos outros colegas. Os outros dois terços eram desconhecidos. E 95% deles afirmou estar lá para conhecer gente nova. Segundo os professores, a maioria das pessoas estava fortemente disposta a fazer novas conexões que auxiliassem suas carreiras.
No final do evento, a média de encontros que cada um teve foi de 14 pessoas mas, não tão bom assim, os já conhecidos representaram metade desse total. Uma das explicação é que é realmente desafiador conversar com gente desconhecida. Se você fica próximo aos amigos, já sabe do que pode falar, conhece as piadas, sente-se mais confortável. Não é que os profissionais não façam novos contatos, apenas que fazem menos do que poderiam. O experimento mostrou também que, no início da noite, as pessoas se aproximaram dos iguais - em algum aspecto - e, mais para o final, quebraram algumas barreiras e procuraram pessoas diferentes de si mesmos.
(Estudo publicado na ideas@work, da Universidade de Columbia)
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