terça-feira, 10 de maio de 2011

Vamos acertar a RECEITA DO BRASIL!

Depois de muitos anos, de uma geração que desconhece as mazelas do monstro chamado inflação, lá voltamos aos velhos medos.


Quem sabe para acordarmos de verdade, pois não se pode acertar em uma receita que já deu errado, se não mudarmos o modo de fazê-la, ou quem sabe mesmo é preciso uma drástica mudança na maioria dos ingredientes.

E são esses ingredientes unidos ao modo equivocado de se fazer as coisas que esta levando o Brasil a ter pesadelos com os mesmos fantasmas do passado, a inflação.

Uma política subdesenvolvida em uma grande potencia: índices de juros altíssimos, pratica de bitributação aliados a baixa instrução da população, e a desqualificação para ocupar novos postos de trabalhos gerados pelo desenvolvimento, esta dando um certo desconforto aos brasileiros.

Precisamos acordar, precisamos apertar os cintos de forma precisa, para que a inflação, esse vilão monstruoso que ronda nossos sonhos, não se torne real, não corroa o Real .

Unidos por um Brasil melhor e de crescimento continuo, vamos tomar medidas simples:

Como pesquisar o menor preço, comprar menos por impulso para nos endividar menos, fazer contas seguras na compra de bens duráveis como imóveis, automóveis, etc. Pesquisar o menor juros, não aceitar o cheque especial, ou pagar o mínimo do cartão de credito (o que ira consumir à mais, outros 19% da divida). Fazer poupança, pois e dela que sai os melhores produtos financeiros, como credito para a casa própria.

E aos empresários, vamos ser corretos nos reajustes, vamos ser coerentes ao ceder credito

E para todos nós: fiscalizar de verdade o governo é um dever, nossos governantes precisam urgentemente parar de fazer festa com o dinheiro publico que é meu e seu, enxugar sua maquina, e fazer políticas publicas que realmente gere crescimento real, e não se transforme em um curral para os votos dos desavisados. Não podemos admitir, uma nota de uma acessória de empresa do governo, achar demais a câmara dos deputados pedir o afastamento do prefeito só por que ele desviou a verba da merenda e agora seus estudantes estão passando mal por comer comida estragada ...

A propósito, quantas obras do PAC você tem visto em sua região? E onde esta o programa Minha Casa Minha Vida? Quantos amigos, ou funcionários você conhece que tem sido beneficiado com programas profissionalizantes?

Precisamos parar de olhar nossos umbigos e fingir que tudo esta indo bem pois hoje eu estou ganhando, se não mudarmos a receita do Brasil, vamos andar todos para trás novamente, e cairmos em um poço de lama, e ainda por cima envergonhados, pois antes éramos o pais do futuro, e hoje somos o futuro presente, o amanhã será criando por nossas mãos, e viveremos as conseqüências de nossas escolhas e nossos atos.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Os 5 m² mais baratos e os 5 mais caros de São Luís- MA

Para aqueles que queriam saber sobre os valores do m² de São Luís, e os que estavam na duvida do custo das aquisições, abaixo os 5 imóveis mais caros e os 5 mais baratos de São Luís, por m²!


Semana passada a Exame publicou em seu site um levantamento parecido com o mercado de RJ! http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/os-bairros-mais-caros-e-baratos-do-rio-de-janeiro

Lembro-lhes que esse levantamento se baseia exclusivamente no valor do m², não leva em consideração bairros, nem padrão de imóvel
Os 5 mais baratos:

1º LUGAR – Dimensão engenharia com

Athenas Park V R$ 146.055,00 com valor de R$ 2.546,73 por m²


2º LUGAR – Dimensão engenharia com

Eco Park R$ 148.920,00 com valor de R$ 2.612,63 por m²


3º Lugar – Dimensão engenharia com

Solar da Ilha R$ 152.828,00 com valor de R$ 2681,19 por m²


4º Lugar para acabar com a hegemonia da dimensão vem, RCS empreendimentos com

Baalbeck R$ 164.700,00 com valor de R$ 2.700,00 por m²


5º Lugar Dimensão engenharia com

Delfiore R$ 227.173,00 com valor de R$ 2.912,08 por m²


Os 5 preço de M² mais elevados de São Luís são:

1º Lugar – e com muita sobra, NBR com

Casa do Morro R$ 2.855.103,00 com o m² de R$ 7.137,75



2º Lugar fica para a Cyrela Brazil Realty com

Île Saint Louis, Champs Elysee R$ 1.900.731 com o m² em R$ 6.231,90

3º Lugar ficou para também regional Jeová Barbosa com:

Ecolagune R$1.290.000,00 com o m² em R$ 5.944,70


4º Lugar vai para já conhecida Cyrela com outra versão do:

Île Saint Louis, torre Dorsay R$ 1.428.227,00 com o m² em R$ 5.712,00




5º Lugar é de Motta Machado com:

Murano R$ 3.331.378,00 com o m² por R$ 5.691,74, antigo L'espece da falecida abyara




Os mais baratos foram todos empreendimentos de empresas regionais, e voltados para o publico com menor poder aquisitivo, e os mais altos foram bem mistos, prevalecendo empresas regionais também, e com aartamentos de proporções maiores, todos voltados para a Classe A, e em sua maioria na região da Holandeses, acompanhe o blog, nas proximas postagens falaremos mais sobre estatísticas do mercado.
E quer comprar um imóvel para morar ou investir, com confiança e segurança, mande um e-mail para
freitasimoveis@elo.com.br, trabalhamos também com grupos de investimentos
Espero que tenham gostado!

quinta-feira, 17 de março de 2011

RENTABILIDADE DO MERCADO IMOBILIÁRIO, podemos espera-la?

No cenário atual é muito comum falar-se em investimento imobiliário sem utilizar jargões antigos, do tipo: baixa rentabilidade, investimento para aposentadoria visando alugueis, sem liquides, e tantos outros que freqüentemente era associado às aquisições imobiliárias. Mas, a que se deve essa mudança? Será que ela é fundamentada, ou é uma estratégia de marketing do grande mercado que tomou corpo, a indústria da construção civil?
As mudanças do cenário econômico e o novo posicionamento de prestigio do Brasil no cenário mundial, são peças fundamentais para entendermos a nova roupagem do mercado imobiliário, que só cresce se o crescimento socioeconômico crescer em maior ou igual proporção, e não é audácia falarmos que a construção civil, funciona como um termômetro para a saúde financeira de uma nação, ou você não acompanhou o inicio da crise financeira do EUA, e que se repetiu no continente Europeu tendo seu ápice em 2008, e importante avaliarmos com mais detalhes essas recentes crises, perceberemos que ela dava claros sinais no setor no mínimo 8 anos antes do seu encontro com a gigantesca mídia global.
No Brasil a mudança do mercado imobiliário é recente, em menos de 10 anos atrás para a compra de um imóvel, só poderia ser financiada em no máximo 80 meses, com juros que se multiplicavam ao longo dos anos, deixando saldos residuais do valor do empréstimo de quantias bem próximas do valor financiado, e além de tudo isso, era obrigatório ter para a entrada um valor igual ou superior a 60% do valor do bem, restringindo ainda mais o número de possíveis clientes, visto a ausência de praticas de poupança na nação brasileira. Sem falarmos na vulnerabilidade do mercado financeiro da época. Por tudo isso o Brasil formou um déficit habitacional sem precedentes, e alastrado por toda a pirâmide socioeconômica, mas predominante na base da pirâmide e para a indústria da construção civil era inviável seu progresso, pois a lucratividade era baixa devido a necessidade de controle estagnação dos preços aplicados aos bens produzidos, por outro lado os insumos da construções sempre foram voláteis a economia.
No momento atual é comum vermos em grandes publicações as mudanças do setor, tudo isso se dá a estabilidade econômica, a ascensão social ineditamente vivida no país, e ao gigantesco déficit habitacional que se formou ao longo de toda essa nossa historia. Segundo o estudo da Ernst & Young e FGV Projetos, a população brasileira que hoje esta na faixa de 190 milhões de habitantes, pode chegar à 2030 em 234 milhões, um crescimento de 1,8 milhões de famílias ao ano, e além disso estudos comprovam que a demanda ainda é menor que a oferta de imóveis em todo o Brasil.
O Brasil em 2007 iniciou um período áureo na construção civil, que ainda assusta muitos brasileiros descrentes nessa nova fase evolutiva do país. É certo que o setor sofre influência de políticas econômicas, como todos os setores do país, e, que é necessário termos os olhos bem abertos e os ouvidos bem atentos para possíveis mudanças, que podem chegar silenciosas e voltar o Brasil aos momentos de estagnação, mais também é verdade que as políticas financeiras, são ainda bem rígidas por aqui, e os juros empregados nos nossos financiamentos não se parecem em nada com a historia vivida em outros lugares do mundo. Por isso afirmo o setor não vivencia uma bolha imobiliária, pelo contrario, precisamos melhorar nossas regras de financiamento para abrangermos mais brasileiros. E o investimento imobiliário é tão bom hoje em retorno financeiro como a bolsa de valores, mais assim como nossa comparada é preciso conhecer o mercado, avaliar as oportunidades apresentadas, nas diversas opções do setor, e ter bem claro aonde se quer chegar!
Veja: Dicas valiosas para sua compra: