OITO PECADOS MORTAIS NUMA ENTREVISTA DE VENDAS
Não há venda sem uma entrevista. E toda entrevista de vendas é o momento chave, crucial para a conquista de um novo negócio.
Uma entrevista de vendas se caracteriza por uma série de pequenas e sucessivas vendas. Você começa vendendo a si mesmo, depois vende sua empresa e por último, sua solução (características, vantagens, desvantagens, limitações, condições, resultados).
Curioso é que, sendo a entrevista o ponto culminante do processo de vendas, minha experiência com mais de 12 mil vendedores, mostra que a maioria está mal preparada para esta etapa.
Cataloguei alguns pecados mortais e como antídotos, selecionei algumas dicas.
PECADO MORTAL 1 – POSTURA INADEQUADA
Muitos vendedores oferecem a mão suada para o cliente, seus ternos estão amarrotados, o sapato mal engraxado, muitos chegam atrasados, ofegantes. Há ainda aqueles que oferecem um cartão de visita amassado, sujo ou com erros de digitação ou diagramação.
Dica 1: sua apresentação deve ser a melhor. Roupa social discreta, cartão de visita em papel especial ou mini cd, palavras formais (pelo menos no início). Um folder de sua empresa. Conhecimento básico de etiqueta é fundamental! Um aperto de mão adequado e um sorriso coroam este início de rapport (sintonia, concordância social)!
PECADO MORTAL 2 - LINGUAGEM INADEQUADA, PORTUGUÊS RUIM.
Conheço vendedores que insistem em chamar clientes potenciais (prospects) de “amigão”, “meu querido”, “lindinho”. Ou ainda “a gente temos...” É o fim!
Dica 2: Seu vocabulário determina seu salário, afirmam os americanos. Ter um bom português é essencial. Leia bastante, principalmente livros de negócios e romances. Ou faça um curso de português dirigido para negócios (pesquise na internet). Gírias e expressões vulgares e palavrões estão proibidos. Alguma informalidade é permitida, com muita cautela, a partir do diagnóstico (acontece normalmente um pouco antes do meio da reunião), se o cliente permitir.
PECADO MORTAL 3 - FALTA DE CREDIBILIDADE.
A fase de aquecimento inicial, de negociação dos objetivos da reunião de vendas são essenciais para construir credibilidade. Há vendedores tímidos demais,outros arrogantes de mais. A sabedoria está no equilíbrio. Muitos não mantém contato visual adequado, regular e confortável. A linguagem de corpo denota subserviência ou arrogância. Os visuais de apresentação são sofríveis. A condução da entrevista de vendas não segue um roteiro. A credibilidade sai pela janela e logo o vendedor é empurrado porta afora (ou o potencial cliente lhe atira pela janela). Sem credibilidade, não tem jogo!
Dica 3: Tudo começa com sua apresentação pessoal, com seu cartão, seu folder, seus visuais e com sua linguagem. O roteiro da entrevista de vendas deve ser cuidadosamente preparado e revelará todo seu profissionalismo.
PECADO MORTAL 4 - EMPURRAR PRODUTO OU SERVIÇO.
É grande o número de vendedores de uma única venda! Eles insistem em vender aquilo que o potencial cliente não precisa.
Vendedores gosmentos, inescrupulosos, inadequados ainda não desapareceram totalmente. Vender geladeira para esquimó é uma fria. A credibilidade é destruída.
Dica 4: Mostre-se interessado no seu potencial cliente. Quando você faz o diagnóstico cuidadoso e com a profundidade necessária, você mostra alto profissionalismo e interesse genuíno. Como fazer isso? É simples demais: pergunte muito e fale sempre menos que o necessário. A regra em vendas é: fale sempre menos que o necessário. Você fala 15% do tempo da entrevista e o cliente 85%.
PECADO MORTAL 5 - INDICAR SOLUÇÃO SEM ENTENDER QUAL É O PROBLEMA OU DESAFIO.
Nascemos no paradigma de “vender o que produzimos”. Na última década o referencial mudou para “produzir o que vendemos”. Que isso quer dizer? Que as vendas estão baseadas em soluções, e soluções exigem diagnósticos. Quando você entende a dor do cliente, verifica se seu “tratamento” (sua solução) é adequada. Você produz o que você vende e, você vende soluções.
Dica 5: O prognóstico é um momento nobre da entrevista. O vendedor, sucintamente, conecta as necessidades e desejos do cliente às suas soluções. Regra de ouro: em vez de falar maravilhas da sua solução, pergunte o que o cliente acha de uma solução que tem as características, benefícios, vantagens e resultados x, y, z. Lógico, as características x, y, z são as características da sua solução! Os benefícios, vantagens e resultados x, y, z são os oferecidos por sua solução!
PECADO MORTAL 6 - IRRITAR-SE COM EVENTUAL OPOSIÇÃO DO CLIENTE.
Nenhum vendedor jamais ganhou uma discussão com um cliente. Por mais que o vendedor estivesse certo e o cliente errado!
Vendedores, muitas vezes, ficam ansiosos, sentem-se pressionados por suas metas, seus chefes e por uma imagem de vencedores que desejam passar aos amigos, familiares e outros colegas da equipe de vendas.
Mistura-se ansiedade, com depressão e angústia e está feito o caldo para o descontrole emocional e para a perda de vendas.
Dica 6: A estratégia “o cliente tem sempre razão” rende altos dividendos. Há uma máxima, que todos conhecemos: quem desdenha, quer comprar! E mais: o oposto do amor, não é o ódio, nem o medo, mas a indiferença. Objeção é sinal de interesse. Se o cliente acha caro, reclama do prazo de entrega, duvida da performance do produto, ótimo! Ele está interessado! Faça seu trabalho e cliente estará comprando.
PECADO MORTAL 7 - FALTA DE PERCEPÇÃO.
Vendedores tremem no fechamento da venda. É o ápice do processo. Ansiosos, nervosos e mal preparados, muitos vendedores não percebem que o cliente já deu os sinais de compra (ou de desistência). Esses vendedores tagarelam, falam pelos cotovelos e não conseguem finalizar o processo.
Dica 7: Use o fechamento para sondar se o cliente está pronto para comprar. Se ele for indeciso, jogue algumas iscas, como mostrar-lhe algumas condições especiais ou pedir para que leia um contrato ou uma especificação. Seu trabalho é ajudá-lo a decidir. Há, também, vendedores que não percebem que o cliente já decidiu (favoravelmente ou não) e não conseguem concluir o processo de venda.
PECADO MORTAL 8 - NÃO TER UM CONTRATO, UM PEDIDO, UM FORMULÁRIO, UMA ESPECIFICAÇÃO À MÃO.
Vendedores adoram um improviso. Eles pensam: na hora dou um jeitinho e pagam um preço caro por isso. Campeões de Vendas, ao contrário, deixam tudo preparado para o Sim! do cliente. Eles não confirmam, preferencialmente por escrito, O QUE foi vendido e COMO foi vendido. E, na maior parte das vezes, compram sua venda de volta!
Dica 8: Tenha sempre seu ferramental de trabalho à mão. Há clientes que são decididos e você pode perder um bom negócio se não tiver o documento de finalização à mão. Para vendas que envolvem diversas reuniões, a cada uma delas faça uma pequena ata ou resumo e peça a assinatura do cliente. Ou ainda, envie-lhe um e-mail confirmando as condições já tratadas.
Evitando esses pecados e seguindo essas dicas práticas, suas vendas podem crescer exponencialmente.
Hamilton Bueno
Deixo neste blog meus registros pessoais sobre o mercado em que atuo, assim como noticias das quais entendo serem relevantes, ou positiva ou negativamente para o setor, na tentativa de torna-lo simples e acessivel.
domingo, 13 de junho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
MERCADO EM MUTAÇÃO!
A exame de fevereiro de 2008 trazia uma reportagem sobre onde investir naquele determinado ano, e adivinha uma das principais dicas: COMPRAR PARA ALUGAR É UM BOM NEGOCIO!, investimento imobiliário. Naquela época não existia, pelo menos por aqui, prenuncio de crise financeira imobiliaria internacional, data para revisão da lei do inquilinato, ou algo parecido, na verdade naquele momento as bolsas eram a grande sacada, momento de descoberta do pré-sal.
Esse mês (maio de 2010) a Você S/A trouxe novamente uma reportagem sobre a prosperidade do setor. Gustavo Cerbasi, um dos maiores consultores financeiros do Brasil trás em sua coluna mensal o artigo A VELHA RECEITA PARA ENRIQUECER, nele ele fala sobre a simplicidade e rentabilidade do investimento imobiliário, e a tradição que é ainda uma das grandes aliadas.
Veja a Visão de Gustavo Cerbasi:
A lógica do investimento imobiliário é muito simples. Enquanto um bairro ou uma cidade esta se desenvolvendo , seus imóveis estão se valorizando, o mesmo se aplica a uma economia com renda em expansão: quanto maior a renda da família, mas disposta ela esta em melhorar seu padrão de vida, com a compra de um novo lar. Como o desenvolvimento econômico e o aumento da renda são evidentes no Brasil, igualmente evidente é o potencial de valorização de seus imóveis.
E ainda na mesma edição em um espacial dinheiro patrimônio, adivinha qual foi a dica INVESTIR EM IMOVEL É GANHO CERTO.
Lembro-me muito bem, que em 2008 muitos clientes achavam um absurdo os valores de imóveis na região de São Luís do MA, principalmente em bairros de classe B/A. Naquela época um apartamento de 92m², no bairro do Renascença (um dos mais nobres da região) poderiam chegar a valores de R$250.000,00, quem comprou naquela época se quiser vende-los hoje terá um valor de R$ 368.000,00. Uma valorização de 32% em um bairro que parecia, na época esta saturado.
Os valores do m² da capital de São Luís, em seus bairros mais nobres, não passam hoje de uma media de R$ 4.600/m². Indo para estados visinhos como Belém, Fortaleza, a media para seus bairros mais nobres passa para R$ 5.800/m². Então prezado leitor, com certeza o investimento imobiliário nesta região é uma das mais promissoras formas de potencializar seu investimento.
São Luís passa hoje por um crescimento nunca antes visto, que mudará a rotina e visão desta cidade, assim como todo o nordeste. Ainda hoje, não há uma real divisão de faixas de rendas, de bairros, alias ainda hoje nesta cidade não existe distribuição de renda, produtos de qualidade para a classe C e B-, por não existir ainda relevância dessa classe. Porém essa realidade mudará em breve, e essa é a hora de aproveitar da melhor forma esse momento de transformação. Mas tenha bastante cautela na hora de procurar seu investimento. Ah sempre aquelas laranjas podres. Grandes oportunidades se conseguem com o diagnostico de cada situação e de cada tipo de investidor. Procure respaldar-se junto a um consultor de imóveis ele é a melhor pessoa para lhe ajudar em sua busca.
Esse mês (maio de 2010) a Você S/A trouxe novamente uma reportagem sobre a prosperidade do setor. Gustavo Cerbasi, um dos maiores consultores financeiros do Brasil trás em sua coluna mensal o artigo A VELHA RECEITA PARA ENRIQUECER, nele ele fala sobre a simplicidade e rentabilidade do investimento imobiliário, e a tradição que é ainda uma das grandes aliadas.
Veja a Visão de Gustavo Cerbasi:
A lógica do investimento imobiliário é muito simples. Enquanto um bairro ou uma cidade esta se desenvolvendo , seus imóveis estão se valorizando, o mesmo se aplica a uma economia com renda em expansão: quanto maior a renda da família, mas disposta ela esta em melhorar seu padrão de vida, com a compra de um novo lar. Como o desenvolvimento econômico e o aumento da renda são evidentes no Brasil, igualmente evidente é o potencial de valorização de seus imóveis.
E ainda na mesma edição em um espacial dinheiro patrimônio, adivinha qual foi a dica INVESTIR EM IMOVEL É GANHO CERTO.
Lembro-me muito bem, que em 2008 muitos clientes achavam um absurdo os valores de imóveis na região de São Luís do MA, principalmente em bairros de classe B/A. Naquela época um apartamento de 92m², no bairro do Renascença (um dos mais nobres da região) poderiam chegar a valores de R$250.000,00, quem comprou naquela época se quiser vende-los hoje terá um valor de R$ 368.000,00. Uma valorização de 32% em um bairro que parecia, na época esta saturado.
Os valores do m² da capital de São Luís, em seus bairros mais nobres, não passam hoje de uma media de R$ 4.600/m². Indo para estados visinhos como Belém, Fortaleza, a media para seus bairros mais nobres passa para R$ 5.800/m². Então prezado leitor, com certeza o investimento imobiliário nesta região é uma das mais promissoras formas de potencializar seu investimento.
São Luís passa hoje por um crescimento nunca antes visto, que mudará a rotina e visão desta cidade, assim como todo o nordeste. Ainda hoje, não há uma real divisão de faixas de rendas, de bairros, alias ainda hoje nesta cidade não existe distribuição de renda, produtos de qualidade para a classe C e B-, por não existir ainda relevância dessa classe. Porém essa realidade mudará em breve, e essa é a hora de aproveitar da melhor forma esse momento de transformação. Mas tenha bastante cautela na hora de procurar seu investimento. Ah sempre aquelas laranjas podres. Grandes oportunidades se conseguem com o diagnostico de cada situação e de cada tipo de investidor. Procure respaldar-se junto a um consultor de imóveis ele é a melhor pessoa para lhe ajudar em sua busca.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
fuja dos amigos nos encontros de trabalho (copiado do Você S/A)
A química do networking
Para aumentar sua rede de contatos, fuja dos amigos nos encontros profissionais
Fabiana Corrêa (undefined) 10/02/2007
Um estudo feito por professores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sobre os encontros promovidos para que as pessoas aumentem sua rede de contatos, deu algumas dicas de como fazer sucesso nessas reuniões. Segundo os professores Paul Ingram e Michael Morris, há algumas maneiras de ser bem-sucedido nesses eventos. Encontros de associações de classe, seminários patrocinados por grandes empresas, encontros de ex-alunos, não importa, levar pessoas conhecidas nessas ocasiões reduz as chances de fazer bons contatos. Aproximar-se de pessoas já conhecidas também tem o mesmo efeito. Nos dois casos, o motivo é o mesmo. Quando há a possibilidade de se ligar a alguém já conhecido, é comum fazer menos esforço e optar pelo que é mais confortável. Outra coisa: um fenômeno conhecido como homofilia, a tendência de nos agruparmos com os semelhantes - em termos de sexo, raça, educação, origem e carreira sugere que, naturalmente, os participantes dessas reuniões não irão se misturar tanto quanto poderiam.
Os dois professores agendaram um encontro para os alunos de quatro turmas de MBA. Em uma sexta-feira, depois do trabalho, cerca de 100 pessoas, entre gerentes, empresários, consultores e banqueiros - estavam em uma recepção regada a canapés, vinho e cerveja. Para ter uma idéia precisa de quantas pessoas cada um dos convidados se relacionou, eles deram uma espécie de chip a cada um para "rastrear" os encontros. Eles marcaram também o número de convidados que cada um já conhecia. Em média, os executivos já tinham alguma aproximação com um terço dos outros colegas. Os outros dois terços eram desconhecidos. E 95% deles afirmou estar lá para conhecer gente nova. Segundo os professores, a maioria das pessoas estava fortemente disposta a fazer novas conexões que auxiliassem suas carreiras.
No final do evento, a média de encontros que cada um teve foi de 14 pessoas mas, não tão bom assim, os já conhecidos representaram metade desse total. Uma das explicação é que é realmente desafiador conversar com gente desconhecida. Se você fica próximo aos amigos, já sabe do que pode falar, conhece as piadas, sente-se mais confortável. Não é que os profissionais não façam novos contatos, apenas que fazem menos do que poderiam. O experimento mostrou também que, no início da noite, as pessoas se aproximaram dos iguais - em algum aspecto - e, mais para o final, quebraram algumas barreiras e procuraram pessoas diferentes de si mesmos.
(Estudo publicado na ideas@work, da Universidade de Columbia)
Para aumentar sua rede de contatos, fuja dos amigos nos encontros profissionais
Fabiana Corrêa (undefined) 10/02/2007
Um estudo feito por professores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sobre os encontros promovidos para que as pessoas aumentem sua rede de contatos, deu algumas dicas de como fazer sucesso nessas reuniões. Segundo os professores Paul Ingram e Michael Morris, há algumas maneiras de ser bem-sucedido nesses eventos. Encontros de associações de classe, seminários patrocinados por grandes empresas, encontros de ex-alunos, não importa, levar pessoas conhecidas nessas ocasiões reduz as chances de fazer bons contatos. Aproximar-se de pessoas já conhecidas também tem o mesmo efeito. Nos dois casos, o motivo é o mesmo. Quando há a possibilidade de se ligar a alguém já conhecido, é comum fazer menos esforço e optar pelo que é mais confortável. Outra coisa: um fenômeno conhecido como homofilia, a tendência de nos agruparmos com os semelhantes - em termos de sexo, raça, educação, origem e carreira sugere que, naturalmente, os participantes dessas reuniões não irão se misturar tanto quanto poderiam.
Os dois professores agendaram um encontro para os alunos de quatro turmas de MBA. Em uma sexta-feira, depois do trabalho, cerca de 100 pessoas, entre gerentes, empresários, consultores e banqueiros - estavam em uma recepção regada a canapés, vinho e cerveja. Para ter uma idéia precisa de quantas pessoas cada um dos convidados se relacionou, eles deram uma espécie de chip a cada um para "rastrear" os encontros. Eles marcaram também o número de convidados que cada um já conhecia. Em média, os executivos já tinham alguma aproximação com um terço dos outros colegas. Os outros dois terços eram desconhecidos. E 95% deles afirmou estar lá para conhecer gente nova. Segundo os professores, a maioria das pessoas estava fortemente disposta a fazer novas conexões que auxiliassem suas carreiras.
No final do evento, a média de encontros que cada um teve foi de 14 pessoas mas, não tão bom assim, os já conhecidos representaram metade desse total. Uma das explicação é que é realmente desafiador conversar com gente desconhecida. Se você fica próximo aos amigos, já sabe do que pode falar, conhece as piadas, sente-se mais confortável. Não é que os profissionais não façam novos contatos, apenas que fazem menos do que poderiam. O experimento mostrou também que, no início da noite, as pessoas se aproximaram dos iguais - em algum aspecto - e, mais para o final, quebraram algumas barreiras e procuraram pessoas diferentes de si mesmos.
(Estudo publicado na ideas@work, da Universidade de Columbia)
quarta-feira, 24 de março de 2010
informação importante sobre contas publicas (retirada do site da exame)
Sem tempo de comentar, mas achei a informação pertinente, e necessaria de ser postada, por isso fiz Ctrl C Ctrl V
Governo pensa flexibilizar lei de responsabilidade fiscal
por Angela Pimenta Comente! Considerada uma das prioridades do final do governo Lula, a Consolidação das Leis Sociais, ainda em gestação no Planalto, contém uma novidade que pode colocar em risco o equilíbrio fiscal alcançado na última década.
A ideia é criar a Lei de Responsabilidade Social, com metas de desenvolvimento humano para os estados e municípios.
A exemplo das metas do milênio da ONU, os estados e municípios teriam que cumprir objetivos em relação à educação e saúde.
Mas acontece que para efetivar a Lei de Responsabilidade Social, a Casa Civil pensa em flexibilizar a Lei de Responsabilidade Fiscal, a fim de aliviar a situação de estados e municípios endividados.
E é aí que a pretexto de um objetivo justo e necessário – o de diminuir a desigualdade social no país – corre-se o risco de provocar um estouro da boiada fiscal.
Se os estados e municípios perceberem que a Lei de Responsabilidade Fiscal deixou de ser pra valer, haverá uma implosão do equilíbrio das contas públicas.
Tal equilíbrio tem garantido a inflação baixa, que por sua vez é a garantia da estabilidade econômica – e do poder de compra das camadas mais baixas da população.
Governo pensa flexibilizar lei de responsabilidade fiscal
por Angela Pimenta Comente! Considerada uma das prioridades do final do governo Lula, a Consolidação das Leis Sociais, ainda em gestação no Planalto, contém uma novidade que pode colocar em risco o equilíbrio fiscal alcançado na última década.
A ideia é criar a Lei de Responsabilidade Social, com metas de desenvolvimento humano para os estados e municípios.
A exemplo das metas do milênio da ONU, os estados e municípios teriam que cumprir objetivos em relação à educação e saúde.
Mas acontece que para efetivar a Lei de Responsabilidade Social, a Casa Civil pensa em flexibilizar a Lei de Responsabilidade Fiscal, a fim de aliviar a situação de estados e municípios endividados.
E é aí que a pretexto de um objetivo justo e necessário – o de diminuir a desigualdade social no país – corre-se o risco de provocar um estouro da boiada fiscal.
Se os estados e municípios perceberem que a Lei de Responsabilidade Fiscal deixou de ser pra valer, haverá uma implosão do equilíbrio das contas públicas.
Tal equilíbrio tem garantido a inflação baixa, que por sua vez é a garantia da estabilidade econômica – e do poder de compra das camadas mais baixas da população.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
prioridades na de escolher as opções de financiamento!
Quando se compra um imóvel na planta, pensando em continuar o financiamento pós entrega o comprador geralmente encontra opções que o deixa em grandes duvidas:
OPTAR PELO FINANCIAMENTO BANCARIO INDICADO PELA CONSTRUTORA?
FINANCIAR COM O BANCO, OU FINANCEIRA QUE JÁ É CLIENTE?
FINANCIAR DIRETO COM A CONSTRUTORA?
Então resolvi deixar aqui minhas impressões a respeito desse dilema:
O financiamento bancário é sempre o mais indicado e com menor taxa de jurus nos casos, de primeiro imóvel (ou 1º da região onde mora); onde o imóvel tenha no valor inferior à R$ 500.000,00. Pois será financiado pelo Sistema Financiamento Habitacional- SFH, que utiliza recursos da poupança e do FGTS. E seus juros são menores que 12% a.a. Para utilizar esse recurso você não precisa utilizar o seu FGTS(nem ter), e o financiamento é geralmente de 80% o valor do imóvel. Esse recurso é utilizado por todos os bancos, não sendo necessário você utilizar o banco credenciado pela construtora para a transação, tal pouco a caixa econômica, se o seu banco lhe der uma taxa de juros menor ou mais segurança e facilidade na hora de fechar o financiamento a melhor opção é ele, e centralizar suas contas.
Já para imóveis que ultrapassem o valor de R$ 500.000,00 ás opções são um pouco diferentes e nesse caso a analise tem que serbem mais criteriosa pois:
Financiamentos para valores acima de R$500.000,00 utiliza o Sistema Financiamento Imobiliário – SFI que utiliza recursos de securitizadoras e entidades abertas e fechadas de previdência complementar através dos lastros imobiliários. Ele financia geralmente apenas 60% do valor do imóvel, pode ser para pessoa física ou jurídica, que tenha um ou mais imóveis, só que seu juros pode ser superior à 12% a.a e a tabela pode ser PRICE ou SAC e ai entra um grande detalhe.
A tabela SAC- sistema de amortização constante, a parcela de amortização da dívida é calculada tomando por base o total da dívida (Saldo devedor) dividido pelo prazo do financiamento, como um percentual fixo da dívida, desta forma é considerado um sistema linear. No SAC a prestação inicial é um pouco maior que na Tabela Price, pois o valor que é pago da dívida (amortização) é maior, assim, você estará liquidando mais da dívida desde o inicio do financiamento e pagando menos juros ao longo de contrato.
A tabela Price- Ao contrário do sistema SAC onde a amortização é igual, tem todas as prestações iguais, porém com amortizações da divida inferiores no início do contrato. Este sistema seria ideal se não existe no financiamento imobiliário a figura do indexador da prestação (índices: TR, TJLP, INCC, CUB, IGPM, etc). Esses indexadores poderão aumentar com o longo do período, deixando um resíduo no final da quitação do contrato que poderá ser negociado. Por isso nesse sistema você estará mais exposto a aumentos de inflação, desaceleração do crescimento etc.
Por essas variáveis. É importante você recorrer a seu banco para conhecer as suas taxas, e facilidades de aprovação de credito para seus clientes, mas, vale a pena saber se a construtora fez alguma parceria com alguma instituição bancaria para o seu empreendimento. E não se seduzir por prestações pequenas iniciais- tabela PRICE, a menos que seu contrato não ultrapasse o limite de 60 meses, optando então pela tabela SAC
E sobra ainda a opção de negociar a divida com a própria construtora já que os juros do banco poderão passar de 12%a.a e os da construtora geralmente são fixados em 12% a.a+IGPM, forma tabela PRICE.
È necessário ter muita cautela para entender como funciona esse financiamento. Pela construtora não ser um agente financeiro e não ter como principal atividade emprestar dinheiro, ela cobra caro por esse risco. A tabela utilizada por ela sempre será a PRICE e mais o IGPM, que é variável. Por isso suas prestações sempre iram aumentar mais que uma prestação bancaria, já que a tabela utiliza a prestação fixa, porém o IGPM é acrescido todo mês ao valor da prestação, no sistema geralmente de juros composto. Por tanto essa opção só pode ser avaliada se o financiamento for em curtíssimo prazo, menor ou igual a 48 meses e o financiamento bancário tiver juros maior que 16%a.a. e o IGPM estiver em baixa por no mínimo 15 meses.
Espero que tenha ajudado obrigada pelos acessos, e em caso de duvidas entrem em contato
Abraços
OPTAR PELO FINANCIAMENTO BANCARIO INDICADO PELA CONSTRUTORA?
FINANCIAR COM O BANCO, OU FINANCEIRA QUE JÁ É CLIENTE?
FINANCIAR DIRETO COM A CONSTRUTORA?
Então resolvi deixar aqui minhas impressões a respeito desse dilema:
O financiamento bancário é sempre o mais indicado e com menor taxa de jurus nos casos, de primeiro imóvel (ou 1º da região onde mora); onde o imóvel tenha no valor inferior à R$ 500.000,00. Pois será financiado pelo Sistema Financiamento Habitacional- SFH, que utiliza recursos da poupança e do FGTS. E seus juros são menores que 12% a.a. Para utilizar esse recurso você não precisa utilizar o seu FGTS(nem ter), e o financiamento é geralmente de 80% o valor do imóvel. Esse recurso é utilizado por todos os bancos, não sendo necessário você utilizar o banco credenciado pela construtora para a transação, tal pouco a caixa econômica, se o seu banco lhe der uma taxa de juros menor ou mais segurança e facilidade na hora de fechar o financiamento a melhor opção é ele, e centralizar suas contas.
Já para imóveis que ultrapassem o valor de R$ 500.000,00 ás opções são um pouco diferentes e nesse caso a analise tem que serbem mais criteriosa pois:
Financiamentos para valores acima de R$500.000,00 utiliza o Sistema Financiamento Imobiliário – SFI que utiliza recursos de securitizadoras e entidades abertas e fechadas de previdência complementar através dos lastros imobiliários. Ele financia geralmente apenas 60% do valor do imóvel, pode ser para pessoa física ou jurídica, que tenha um ou mais imóveis, só que seu juros pode ser superior à 12% a.a e a tabela pode ser PRICE ou SAC e ai entra um grande detalhe.
A tabela SAC- sistema de amortização constante, a parcela de amortização da dívida é calculada tomando por base o total da dívida (Saldo devedor) dividido pelo prazo do financiamento, como um percentual fixo da dívida, desta forma é considerado um sistema linear. No SAC a prestação inicial é um pouco maior que na Tabela Price, pois o valor que é pago da dívida (amortização) é maior, assim, você estará liquidando mais da dívida desde o inicio do financiamento e pagando menos juros ao longo de contrato.
A tabela Price- Ao contrário do sistema SAC onde a amortização é igual, tem todas as prestações iguais, porém com amortizações da divida inferiores no início do contrato. Este sistema seria ideal se não existe no financiamento imobiliário a figura do indexador da prestação (índices: TR, TJLP, INCC, CUB, IGPM, etc). Esses indexadores poderão aumentar com o longo do período, deixando um resíduo no final da quitação do contrato que poderá ser negociado. Por isso nesse sistema você estará mais exposto a aumentos de inflação, desaceleração do crescimento etc.
Por essas variáveis. É importante você recorrer a seu banco para conhecer as suas taxas, e facilidades de aprovação de credito para seus clientes, mas, vale a pena saber se a construtora fez alguma parceria com alguma instituição bancaria para o seu empreendimento. E não se seduzir por prestações pequenas iniciais- tabela PRICE, a menos que seu contrato não ultrapasse o limite de 60 meses, optando então pela tabela SAC
E sobra ainda a opção de negociar a divida com a própria construtora já que os juros do banco poderão passar de 12%a.a e os da construtora geralmente são fixados em 12% a.a+IGPM, forma tabela PRICE.
È necessário ter muita cautela para entender como funciona esse financiamento. Pela construtora não ser um agente financeiro e não ter como principal atividade emprestar dinheiro, ela cobra caro por esse risco. A tabela utilizada por ela sempre será a PRICE e mais o IGPM, que é variável. Por isso suas prestações sempre iram aumentar mais que uma prestação bancaria, já que a tabela utiliza a prestação fixa, porém o IGPM é acrescido todo mês ao valor da prestação, no sistema geralmente de juros composto. Por tanto essa opção só pode ser avaliada se o financiamento for em curtíssimo prazo, menor ou igual a 48 meses e o financiamento bancário tiver juros maior que 16%a.a. e o IGPM estiver em baixa por no mínimo 15 meses.
Espero que tenha ajudado obrigada pelos acessos, e em caso de duvidas entrem em contato
Abraços
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Governo pode prorrogar estimulos para a construção
Segundo a exame:
"O governo avalia que o aumento de consumo nos últimos meses não está provocando inflação e estuda a possibilidade de manter os estímulos à construção civil, afirmou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Em 30 de março do ano passado, o governo reduziu as alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para 30 itens de material de construção, com queda de 6% a 7% no preço final dos produtos. A medida, que inicialmente deveria durar três meses, foi prorrogada até 30 de junho do próximo ano. Bernardo informou que, no mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cerca de 30 milhões de pessoas passaram a consumir mais, o que, ao contrário, não gerou inflação e sim maior investimento no País."
Isso prova que a tese de aumento do poder de consumo, alta do salario minimo, maior acesso ao credito, etc, não esta afeta negativamente a inflação, e ao contrario do que nosso presidente pensava até 2001, controlar a inflação não é um ato burguês, e sim, a melhor maneira de fazer um crescimento paltado em numeros reais e mais igualitario,
Que bom que ele mudou de ideia, e que bom para o brasileiro que tem hoje uma estabilidade invejada por muitos europeus, que o diga a Grecia...
Agora so falta para as baixas dos juro deixar de ser exeção e passar a ser regra!
"O governo avalia que o aumento de consumo nos últimos meses não está provocando inflação e estuda a possibilidade de manter os estímulos à construção civil, afirmou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Em 30 de março do ano passado, o governo reduziu as alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para 30 itens de material de construção, com queda de 6% a 7% no preço final dos produtos. A medida, que inicialmente deveria durar três meses, foi prorrogada até 30 de junho do próximo ano. Bernardo informou que, no mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cerca de 30 milhões de pessoas passaram a consumir mais, o que, ao contrário, não gerou inflação e sim maior investimento no País."
Isso prova que a tese de aumento do poder de consumo, alta do salario minimo, maior acesso ao credito, etc, não esta afeta negativamente a inflação, e ao contrario do que nosso presidente pensava até 2001, controlar a inflação não é um ato burguês, e sim, a melhor maneira de fazer um crescimento paltado em numeros reais e mais igualitario,
Que bom que ele mudou de ideia, e que bom para o brasileiro que tem hoje uma estabilidade invejada por muitos europeus, que o diga a Grecia...
Agora so falta para as baixas dos juro deixar de ser exeção e passar a ser regra!
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