sexta-feira, 13 de abril de 2012

Coleta seletiva em condomínios

Estive há poucos dias no Rio de Janeiro onde uma das notícias mais comentadas pelos cariocas é a antecipação do fechamento do aterro sanitário de Gramacho ( que na prática é um lixão, popularizado por ser um dos cenários da atual novela das 20h da Globo, Avenida Brasil). A desativação do local acontecerá dia 22 de abril e a previsão é que em 2014 a prefeitura do Rio adote a coleta seletiva, contribuindo assim para a reciclagem, melhoria da qualidade de vida, etc. Enquanto a mídia e defensores públicos entre outros estão discutindo alternativas para os atuais catadores de Gramacho com o objetivo de profissionaliza-los para a nova realidade - além de alternativas financeiras para garantir a subsistência até 2014 - a população está dividida entre os alegres por começarem a contribuir de forma efetiva com a preservação ambientalista e preocupados por morarem em locais despreparados para essa nova realidade. A maioria dos condomínios, mesmo os que ainda estão em fase de lançamento e previsão de construção, sejam residências, comerciais ou industriais não contemplam em seus projetos coleta seletiva de lixo. Minha empresa, a Zagra, faz o planejamento imobiliário e incentivamos nossos clientes a implementarem seus projetos para essa realidade. Essa solução pode garantir a modernidade de um projeto e ajudar na preservação ambiental de forma simples e barata. Lembrem na hora da compra de um bem durável, como é o caso do imóvel, que mesmo de forma lenta, mudanças comportamentais de uma sociedade e da gestão pública, acontecem ao longo do tempo e um imóvel para continuar valorizado necessita ser um projeto que esteja preparado para se moldar ao futuro e ser agradável no presente. Uma bom exemplo dessa realidade é o Ecodesign-Calhau, projeto planejado pela Zagra. O empreendimento dispõe de coleta seletiva não só no depósito de lixo do condomínio, como também nos andares. Isso faz com que o processo de seleção de lixo possa acontecer de forma simples a partir da residência e em todo o percurso, além de não onerar a folha do condomínio com maior número de funcionários para o processo.  Mas é preciso sim que a comunidade habitante nos edifícios tenha uma consciência ambiental adequada.

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